Por mais que a Libertadores seja um campeonato continental, e respeitar o adversário é sempre importante, não se espera do campeão brasileiro nada mais nada menos do que uma vitória (ainda que fora de casa). Ela veio (suada mas veio).
O atual líder do campeonato venezuelano criou oportunidades, quase todas defendidas por Bruno - uma ficou por conta da trave e outra acabou no gol de Castellín.
Mais uma vez o time não jogou bem, e, para piorar, novamente teve um jogador expulso. Toró recebeu o segundo amarelo logo no início do segundo tempo. O time adotou uma postura defensiva, Petkovic saiu para a entrada de Ronaldo Angelim.
Com isso, assim como no jogo anterior da Libertadores, o time se fechou. A equipe rubro-negra mais uma vez deixou o adversário dominar a partida. O Flamengo ainda parece não estar a vontade quando joga no continental, é uma equipe que superestima os adversários.
Somente no final da partida (assim como ante a Católica), a equipe passou a trocar passes e tomar as rédeas da situação.
Como destaque do Flamengo na partida, além de Bruno, Vagner Love trabalhou, tanto na finalização como na distribuição do jogo. Mas ainda senti a falta um jogador mais próximo a ele.
quinta-feira, 11 de março de 2010
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